Luz verde: O Grupo SANJOSE e o Governo de Moçambique assinaram um acordo de colaboração (MOU), para a construção de 4.500 habitações, correspondentes á primeira fase do programa de implantação de 100.000 habitações
18/10/2012
O Fundo para a Promoção da Habitação (FFH – Fundo para o Fomento de Habitação), dependente do Ministério de Obras Publicas e Habitação de Moçambique e SANJOSE, depois de um ano de trabalho em conjunto, deram inicio á colaboração para a construção de 100.000 habitações de custos controlados (habitação social) nos próximos dez anos em todas as Províncias do Pais. O macro projecto vai iniciar com a construção de 4.500 habitações nos próximos dois anos nas províncias de Nampula, Sofala e Maputo.
Em Maputo, capital do País, teve lugar um acto solene para a assinatura que deu inicio ao macro projecto de 100.000 habitações. Na presença do Ministro das Obras Públicas e Habitação de Moçambique, D. Cadmiel Mutemba e o Presidente do Grupo SANJOSE, D. Jacinto Rey. Foi levada a cabo a assinatura de acordo por parte do Presidente do Conselho de Administração do FFH, D. Rui Costa, e do Director de África do Grupo SANJOSE, D. Pedro Aller. Ao acto, também assistiu o Embaixador de Espanha no Pais, D.Santiago Miralles.
O Ministro de Obras Públicas e Habitação, D. Cadmiel Mutemba, mostrou a sua satisfação pelo acordo, que é a culminação de um “importante processo de procura de soluções para a falta de habitações e melhoria das condições de vida da povoação do Pais”.
Pela sua parte, o Presidente do Conselho de Administração do FFH, D. Rui Costa expressou que “ o acordo assinado é o resultado de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido ao longo de um ano”. O projecto implica, não só a construção de habitações, mas também o desenvolvimento das infra-estruturas básicas e equipamentos sociais tais como: redes de abastecimento de agua e saneamento, vias de acesso e iluminação pública, centros de saúde, colégios, mercados…”.
O Presidente do Grupo SANJOSE manifestou que “o primeiro objectivo deste macro projecto é solucionar o problema de habitação em Moçambique, colocando á disposição do cidadão uma habitação acessível e de qualidade”. Mas também reafirmou que este projecto significa para o País:” uma total transformação socioeconómica”. Ao longo dos próximos dez anos se fará riqueza; serão criados 20.000 postos de trabalho estável e bem remunerado, um importante plano de formação destinado ao crescimento e especialização dos profissionais do País, e será influenciado de maneira decisiva o modelo económico do País, com a criação de novas industrias e empresas auxiliares (alumínio, madeira, vidro, etc…) que irá transformar o seu modelo produtivo e o modelo empresarial de Moçambique”.